Livro de Ponto

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Marcas que ficam


Estou a manter-me à tona. Tal como disse à minha melhor amiga, uma, duas semanas no máximo e fico curada. A verdade é que começo a conhecer os meus timings e a aprender a conviver com eles. Quando estou frágil, peço que me mimem e, dessa força, os dias vão passando e o vazio é preenchido até que sara.
Claro que, uma ferida é sempre uma ferida. As cicatrizes levam tempo a desaparecer - mediante a profundidade do ferimento - e algumas irão acompanhar-nos o resto da vida.

Mas desta vez, pretendo dar a volta por outro lado. Sim. Se dúvida! Quero marcar uma viragem e não será com uma ferida, mas com uma tatuagem. É isso. Estou numa fase de mudança, delineei planos para este ano e, embora este não fosse um deles (por ser antiquíssimo e, já em tom de covardia, disse para mim que quando fores magra fazes uma...ups...) passou a sê-lo a partir de hoje, pelo que já estou a tratar do assunto!

Loucura?! Não sei e, honestamente, nem vou perder muito tempo a pensar nisso!
Siga! Prá frente é qué caminho!

7 comentários:

Filipa disse...

Muita força =)

Feliz disse...

Obrigada sweet! :D Agora é preciso que tudo corra bem! A força já cá está! :D

tiago disse...

quando nos sentimos frageis, magoados, procuramos sempre mimos e um ombro de pessoas que nos fazem bem, que nos tratam bem. Cicatrizes...as cicatrizes ficam sempre e marcam-nos...
tatuagem?!! olha que ouvi dizer que doi muito mas muito mesmo. Brincadeirinha:DD
vou ficar à espera para ver no veraooooo:D

Monóloga disse...

Li uma vez que o fim de um relação precisa, assim como quando morre alguém que amamos, de um periodo de luto, que varia de pessoa para pessoa. Após esse periodo é + fácil seguir em frente. :)

Feliz disse...

Sim, é verdade...o problema é quando os "defuntos" voltam...ainda que não os invoques...

Olha..grandes filmes... :(

Monóloga disse...

Isso é que é pior! :(
Mas quando sabemos que uma pessoa já nos fez sofrer muito, o melhor é recordarmos tudo de negativo... para não sucumbirmos à fraqueza de pensarmos com o coração e não com a mente (racionalmente) e acima de tudo não esquecer o amor-própio... quem não nos respeita, não nos merece. E então damos tempo ao tempo (o luto) e depois é vivermos como se aquela pessoa não tivesse existido e não tivesse significado nada para nós!
Mas eu não conheço o "filme", espero não estar a confundir... :S

Feliz disse...

Já não sei nada Monologa...a sério.
O tempo vai passando e já não sei a que me agarrar.

Eu sei que as coisas não mudam - se não o mudara em anos, não mudarão em meses...

Tenho medo. Medo de ser demasiado exigente...enfim. De facto não é um assunto que exponha muito no blog, pois não sei mesmo o que fazer. Estou a tentar manter-me à tona - tipo, uma hora de cada x! Nem é um dia, pois tenho exprimentado, ao longo do dia várias sensações...bah!