Livro de Ponto

...Soma e Segue...

sábado, 24 de março de 2012

I should

Eu sei que devia estar a trabalhar arduamente...mas uma pessoa chega à civilização, encontra um lar acolhedor, tem uma televisão grande e...tem FOX! Não consigo. Desisto. Consigo resistir à tentação de dormir...mas a ver Ossos...

Hoje

A minha mãe disse-me ao telefone: gosto muito de ti e eu derreti.

A minha mãe nunca diz dessas coisas - não é uma pessoa de mostrar grandes afetos - sempre assim foi. A única e recente vez que o fez foi na fita (da Queima das Fitas). Pelo que o meu coração ficou a pensar se são "só" saudades, ou pode ser algo mais. Ando uma medricas de primeira - as situações de saúde são uma constante e...eu tenho medo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Dos azares que (me) acontecem

Que semana! A minha mãe só me perguntava: mas tu benzes-te filha?! E eu lá respondia que sim, de quando em vez!
Ter planos começa a ser uma utopia - não é possível. Planeava ir de fim de semana, estar com as minhas amigas, ir ao dentista...entre outras mil coisas que faço na terra. De um momento para o outro, trocaram-nos as voltas e deixei de puder ir, alterei tudo...(ninguém quer saber, porque quem origina essas alterações não tem vida própria, vive numa que inventou)
Ontem, quando soube da boa nova, já tinha perdido uma peça da minha mala Guess e já tinha deixado cair o carregador do Mac que estava coxo - literalmente sem uma perna.
Com jeito lá consertei o carregador e hoje, aliás, há pouco, enquanto procurava feita louca pela pen da Internet, encontrei, tímida e só, a peça da mala, que já coloquei...
Da minha ida à terra, posso dizer que perco o aniversário de dois grandes amigos...é uma viagem adiada até quinta!

Há dias chatos. Há. Eu até lido bem com os azares: tento chutar para canto e seguir em frente. Mas quando se acumulam, só mesmo o consumo abusivo de chocolate - Cadbury - consegue acalmar-me. Sim, eu sei. Mulher é assim mesmo, né?!

sábado, 17 de março de 2012

Frase / Poema

Dando seguimento ao desafio lançado pela Anita, hoje vou publicar textos de que gosto e que são reforço em momentos difíceis:

a) que uso com a minha melhor amiga:

Eu não sou forte, ela não é forte. Porém juntas, a minha amiga e eu, formamos a maior força do universo!

b) que uso quando preciso de acreditar:

É nos momentos em que estou mais fraca que me torno mais forte.

c) que uso quando quero desistir:

Era o fatalismo muçulmano. Nada desejar e nada recear... Não se abandonar a uma esperança - nem a um desapontamento. Tudo aceitar, o que vem e o que foge, com a tranquilidade com que se acolhem as naturais mudanças de dias agrestes e de dias suaves. E, nesta placidez, deixar esse pedaço de matéria organizada, que se chama o Eu, ir-se deteriorando e decompondo até reentrar e se perder no infinito Universo... Sobretudo não ter apetites. E, mais que tudo, não ter contrariedades.
Ega, em suma, concordava. Do que ele principalmente se convencera, nesses estreitos anos de vida, era da inutilidade do todo o esforço. Não valia a pena dar um passo para alcançar coisa alguma na terra - porque tudo se resolve, como já ensinara o sábio do Eclesiastes, em desilusão e poeira.

d) que uso na introdução aos meus trabalhos:

Há quanto tempo
Que esse tempo passou por mim
Já nem me lembrava bem
De como foi essa aventura de crescer
Mas ser menina não é fácil
Há todo um mundo por descobrir

Fazer amigos é difícil
Mas sempre acontece
É esse o primeiro passo que deves dar
Para andar pela vida
Sem te sentires perdida
E é sempre bom ter alguém para nos dizer

Hey…
Se souberes quem és hás-de ser sempre feliz…

2x1, 2…4+2 São 6
A, E, I, O, U é a história de dois reis
(x2)

Ainda me lembro de quando também tinha de ir
Para a escola com os livros na sacola
Estudar nem sempre parece o que é
Um acto competente
Quase um acto de fé

Concentração é tudo o que precisas para saber
Que a arma mais poderosa que alguma vez vai haver
É o conhecimento
Mas há que estar atento
E não deixar de ouvir o coração

Hey…
Se souberes o que queres hás-de ser sempre feliz

Malmequer, bem-me-quer
Muito, pouco ou nada
Joga ao bate o pé ou joga à apanhada

Não há maior mal nem maior bem que o coração
E nem sempre somos donos dele
Mas a razão há-de estar por perto no momento certo
Para te dizer que é a tua hora de amar

Hey…
Se souberes quem és hás-de ser sempre feliz…!


O próximo!

Talvez seja por me considerar uma Valentina, este perfume assenta-me que nem uma luva! Adoro o seu aroma - é o meu género! Faz-me sentir feminina e muito sensual!

Se tiverem oportunidade, vejam o vídeo promo desta essência. Enquadra-se no que escrevi no parágrafo anterior!

terça-feira, 13 de março de 2012

Como renasce um amor # 1

Haha! Ora vamos cá começar um conto de fadas! Não...não é esse...é o dos dragões e das bruxas más...hum...Vá, ficamos pela Feliz antes de ser feliz.

Há muito, muito tempo atrás, vivia num lindo prado, à beira de pinhais plantado, uma jovem muito bela, de cabelos louros, que antes eram ruivos e anteriormente pretos. Feliz era o seu nome...mas a jovem não se sentia assim, pois faltava-lhe algo para se sentir completa. (por essa razão, começou a escrever um blog, contando as suas aventuras e desventuras, crendo que, aos trinta anos estaria a escrever, Feliz, e num contexto totalmente diferente do do capítulo inicial)

Os dias iam passando...Feliz aproveitava-os com aqueles que lhe eram mais queridos: família e amigos. Habitualmente, saia com as amigas, aos fins de semana, onde aproveitava para se divertir à brava! Até que um dia...

Reencontrou um antigo namorado.

Os dois já não se viam há algum tempo. Feliz estava mais bonita (diziam), mais magra e mais radiante e o príncipe, que sempre fora bonito, estava um pouco mais abatido. Os dois conversaram durante o baile da corte e entre as conversas, o príncipe foi bebendo, e bebendo... Ao soar das quatro badaladas, a princesa teve de abandonar o baile com as suas amigas. Cordialmente, despediu-se do príncipe que, embriagado e entre lágrimas, agarrou-se a ela e lhe declarou o seu eterno amor.

Feliz condoeu-se. Era muito sensível e a dor dos outros sempre lhe causou sofrimento. Como dama cordial que era, ofereceu-se para levar o jovem no seu coche. Este, entre soluços, aceitou, após minutos de relutância. A princesa levou-o para o seu palácio. Deu-lhe chá e bolachas e obrigou-o a descansar, enquanto ela chorava por ver o antigo amado naquele estado. Não dormiu nessa noite e na manhã seguinte deixou o príncipe na sua charrete, partindo para o castelo dos pais, onde chorou todo o dia, lamentando o estado do (ex) amado.


segunda-feira, 12 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

Abrir o Jogo

Tenho omitido falar da minha situação sentimental. Não gosto que opinem da minha vida, pois já sofri bastante à conta disso, indiretamente. Estou, há já algum tempo, a viver um período bastante feliz, feliz no sentido mais amplo da palavra. Estou em paz, coração calmo e tenho, felizmente, alguém a meu lado que se preocupa comigo e que cuida de mim como sempre quis. Que me coloca em primeiro plano, me mima e procura sempre ver-me sorrir! Que faz longas viagens para estar comigo algumas horas! Que troca o seu bem estar pelo meu bem estar! Sim, estou muito feliz! Não estou loucamente apaixonada - nem o queria: sentir o coração apertado por não saber com o que contar já não é bem para mim - cansei dessas dores no peito, das horas de espera por uma mensagem e por ser prioridade de alguém!
Estou calma, tranquila e de coração em paz - que creio ser o que toda a gente, no fundo, procura. Tenho um namorado, um amigo, um companheiro!


Há tempos que queria escrever isto!

Não tem dado! Apoderou-se de mim um cansaço extremo e vir ao blog ou mesmo à net acaba por ser algo que coloco em último plano! Sim, ligo computador para ver email e as quinhentas reuniões marcadas...mas raramente atualizo as coisas como queria.
Por outro lado, é difícil começar a falar de temas que por muito tempo se omitiram! Além daquele detalhe fantástico de não saber bem quem lê o blog, pois no inicio foi demasiado exposto.

terça-feira, 6 de março de 2012

Ao sexto dia...sabor(es)!

Tenho um paladar apuradíssimo! Se assim não fosse não andava sempre às avessas com os quilogramas, ou só gramas, a mais! Hehe! Vá brincadeiras à parte, gosto de sabores doces, muito doces! Quanto mais doces, melhor! Sou A fã das pipocas com corantes! Sou! Sou A fã das gomas! Sou! Sou A fã dos gelados! Já aqui postei algumas fotos acerca de mim, e da boa relação que mantenho com eles!
Às vezes também me dá a panca dos salgados! Venham os amendoins, os cajus e os pistácios!

Para finalizar este delicioso post, falta-me falar dos frutos secos!! Verdade! Figos recheados com amêndoas (típico do Algarve - com os quais tive contacto recentemente e fiquei fã de imediato), tâmaras, ameixas...

E agora...é momento de ir comer um prato de sopa... (Tem tudo a ver, não haja dúvida...)

sábado, 3 de março de 2012

Ao terceiro dia...LOCAL

Num dos nossos passeios de outono!
Eu não sou de um local,
Eu não posso ser de um local...

Um professor não é de local algum.
Um professor pega nas malas e vai: hoje aqui, amanhã acolá...

Tenho em mim vários registos, vários locais, várias experiências!
Começo pelo norte? Ou centro? Hummm, também posso falar do sul!

Em criança o meu local era o olival, abaixo da terra e casa dos meus avós. Era lá que me sentava a olhar o milho a mover-se ao sabor do vento. Pequena, ora a tentar encontrar trevos de quatro folhas, ora a comer tangerinas no inverno. Era feliz. Não tinha vizinhos e brincava com a natureza.
Com o passar dos anos, fui alargando o circuito. Desci um pouco e comecei a passear também nos pinhais. Respirava ar puro. Arrumava ideias de adolescente apaixonada, dava uso à bicicleta!

Atualmente, quando estou por casa, aproveito ao máximo esses sítios belíssimos!! Agora já não os frequento sozinha! Tenho o meu Lab que está sempre comigo e torna esses locais mágicos, únicos e ainda mais belos!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mãe / Pai

Aceitei o desafio da Anita e vou postar algo acerca dos meus pais! Antes de mais referir que não tenho tido tempo, nem força, nem nada que me tenha feito ligar o computador. O trabalho tem se amontoado... Mas vou tentar voltar a pôr a casa em ordem!

Mãe e Pai



Sempre os respeitei. Sempre.
Sempre tive orgulho neles. A eles devo o que sou, a educação exímia que tive, os valores que trago.

Com a idade, os sentimentos aclararam-se, intensificaram-se. Veio, com o carinho, instalar-se a admiração! A certeza do conhecimento de vida, de experiência, sabedoria!

Com a distância veio a saudade, dos tempos que não se aproveitaram ao ínfimo pormenor. Veio a ânsia de cada reencontro. Veio a necessidade do toque, do abraço, do mimo.

Eles sabem que eu os amo. O que talvez não saibam é que esse amor aumenta de dia para dia!