Livro de Ponto

...Soma e Segue...

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Miminhos

De vez em quando lá se lembram da fortuna que gastamos a mimar a nossa pele e presenteiam-nos com umas ofertas! Nada mal! Creme de rosto, sérum de noite, batom, máscara de pestanas e fixador de base! Gosto, gosto muito! E a bolsinha vem incluída!Confesso que no momento da compra ponderei trocar a marca de produtos, por uma igualmente "conceituada" mas ligeiramente. Quando percebi a "quantidade de passos" que tinha de executar, rendi-me à de sempre. Também tem os seus passos, mas só o facto de não ter de aplicar tónico deixa-me logo mais "aliviada".

No sábado fui também mimada com a oferta de um penteado! Os dias não têm sido pródigos em "coisas boas" pelo que, como feminina que me considero, achei que ir ao cabeleireiro sempre ficava mais barato que uma massagem ou mesmo uma psicoterapia...
 Aproveitei para testar um "possível aspeto" para O dia! Gosto, na verdade até gosto bastante. As opiniões foram favoráveis, embora considerem "este cabelo" com maior potencial...
A bem da verdade, ainda não vi assim grandes penteados que estejam de acordo com o que gosto, contemplem o cabelo solto (obrigatório - dito por todos) e se enquadrem ao vestido... Vá, mas ainda há tempo! (por enquanto ainda tenho de me focar no último trabalho de mestrado que, tal como os anteriores, me está a "dar água pelas barbas!")

terça-feira, 17 de julho de 2012


de: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=375262695831257&set=a.208943672463161.51655.208940785796783&type=1&theater
Ter um blog tem várias coisas positivas! Conhecemos e trocamos opiniões com pessoas interessantes, aprendemos muito e no fundo formamo-nos.
Sigo vários tipos de blogs...há uns que leio frequentemente, há outros que espreito de quando em vez...e há aqueles que há muito que não me dizem nada, pois falam de assuntos com os quais, no presente, não me identifico, mas que já me identifiquei e posso vir a identificar...ou simplesmente porque adoro a sua escrita!
Aquilo que mais gosto no blog, e em quem o escreve, é a hombridade de assumir as suas opiniões, mesmo quando a blogosfera lhe caí em cima! Acho pouco feliz, e aqui entram os blogs que simplesmente chutei para canto, escrever algo agora, publicar, a malta comentar e...apagar a publicação. Mas depois enchem o "teclado" para criticar os outros que mantêm o que escrevem. E já que estou numa de destilar veneno, que é assim que muita gente absorve o que escrevo, agradeço que quem me conhece pessoalmente, e teve o meu voto de confiança ao partilhar a existência deste espaço, se poupe a fazer comentários pouco próprios, ou mesmo infelizes, daquilo que eu publico. Se não gosta, tem bom remédio. Que me lembre, não chamo aqui ninguém. E...se eu quisesse que toda a gente soubesse da minha vida, tinha uma foto minha e assinava com o meu nome verdadeiro. Mais acrescento, que se quiserem saber de mim, perguntem! Terei todo o gosto em responder!
Muito agradecida.


sábado, 7 de julho de 2012

A vida por um fio ou a Ironia da vida

Sempre disse aos meus familiares que fazer o que eu estava a fazer era suicídio. Eram quilómetros atrás de quilómetros, noite dentro e com poucas, ou nenhumas horas de sono. Habitualmente fiz aquela estrada acompanhada por colegas que tal como eu amam a profissão e ousam (inconscientemente) trabalhar tão longe de casa.



Foram cerca de cinquenta mil quilómetros repartidos por Almada, Odivelas, Coimbra; Barreiro, Odivelas, Coimbra; Loulé, Odivelas, Coimbra. Ontem foi a última viagem. Soube de manhã quanto à véspera do contratato (hoje). Sem hesitar, tratei de acomodar todas as trochas no “piqueno Zé”, agora ainda mais pequeno…Fiz-me à estrada.
Depois de um valente “puxão de orelhas” pela minha amiga e colega Chris, “porque andas muito depressa”, “porque te colas aos carros da frente”, decidi que a última viagem seria feita a velocidade cruzeiro, com calma, em mote de despedida. E assim foi. Foi tanto assim como o facto de acondicinar bem as coisas e dizer-lhe: o banco tem de ficar bem, porque se não o airbag não abre...e ela pensou: "para quê se não vamos precisar dele?"
Podia ter-me lembrado que as calças largas não eram boa opção; ela também podia ter-se lembrado que "avisar" alguém na condução pode assustar; eu devia ter ido vidrada na estrada, mas nunca vou... A única coisa que foi certa foi ir devagar, sendo hábito fazer aquele IC1 a voar, e manter uma excelente distância de segurança. Para quê? Se no fim o resultado foi este...
Bati num Jeep, com bola de reboque, que me amassou o piqueno ZE...e que saiu ileso sem sequer um arranhão. Não cumpri com o meu dever cívico de chamar autoridades ou fazer participação: o nervosismo não mo recordou. Certo? Errado? DE que valerá agora? Nada.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como vai a dieta e a manutenção da dieta...


Uma loucura, pois claro! Como a minha vida no geral! Há dias em que apetece coisas muito estranhas...ou melhor, coisas que não deveriam apetecer! Batata frita é sempre um bom exemplo! Então se forem degustadas numa bela praia de Cascais, a junção é perfeita! A boa noticia é que não limpei o pacote todo! Grande vitória heim!?
De resto há umas ligeiras nuances de croissants de chocolate, de ovo...uns geladinhos (poucos)...e umas caminhadas! Na tentativa desesperante de travar a escalada da balança! Ai valha-me Deus! E a luta continua!!

terça-feira, 3 de julho de 2012

O fim dói...dói sempre...

Sempre que um professor abandona a sala observa com atenção todos os detalhes. Tenta absorver o máximo daquilo que vê. Guardar o possível e o impossível. O que lá vê, e o que lá viveu. Comigo não é diferente. Esta é a terceira sala de aula que abandonei no corrente ano letivo. Há sempre um vazio que fica, uma saudade. Aqui conheci muitos sorrisos lindos. Trabalhei de perto com o nosso futuro, com os nossos homens e mulheres de amanhã! Dei tudo o que podia para deixar nos seus corações u pouco do pouco que sei. Tentei ser professora a 100% e amiga a 200. Espero que fique na história deles, como eles na minha. E pronto. Os fins nunca são tão mágicos como os inícios, mas são ainda mais bonitos, quando saímos com o coração cheio e a certeza de que o nosso melhor foi feito.
Agora espera-me um novo concurso, ainda com linhas para alinhavar, distâncias a medir. A incerteza. A dor da distância. A agonia de não dar continuidade ao sonho.
Somos tantos nesta incerteza...somos tantos a querer dar tudo pelas crianças!...Porque fazem isto connosco?...Ano após ano...